Sempre me arrependo na hora de trocar um instrumento. Não é questão de ter feito ou não um bom negócio; é só o fato de que alguém tem sempre que ir embora.
Do outro lado da moeda, onde a ansiedade pesa, é sempre boa a hora de checar os bolsos e as quinas de quem chega, pois todo timbre merece um baculejo. Essa nova aquisição, por exemplo, tem um veludo, um mofo… ela diz que vai doer.
Seja bem-vinda.
