Letra:
Todas As Coisas Vastas
Que chegasse bêbada e sozinha
Nos opacos de chuva da esquina
Rumo a tua boca, adivinha…
Sem prumo, sem razão, sem saída
Todas as coisas
Vastas
Todas as coisas
Obtusas tais palavras que ardem a garganta como cosmogonia…
Todos os nomes que me fazem falta
Todas as noites irrecuperáveis
Todos os copos venham todos os copos
Todos os corpos venham todos os corpos
Todas as coisas
Vastas
Todas as coisas
Obtusas tais palavras que ardem a garganta como cosmogonia…
(originalmente um post no controle gabiru, agora virou música)
