saiu!
matemática romântica…
clipe dirigido por Guilherme Outsuka
Atriz: Fernanda Catani
saiu!
matemática romântica…
clipe dirigido por Guilherme Outsuka
Atriz: Fernanda Catani
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: auto-estima, carroça, clipe, música
Uma vez fiz um samba. Outra vez me arrependi. Ninguém pode dizer “fiz um samba” e sair impune. Samba é uma matéria de manipulação controlada por órgãos e instituições com sede nas tripas coração de uma certa gente que tem parte com eclipses, madrugadas inteiras e ânsias de vômito e esperma.
Bem, fiz um samba. O Controle Gabiru gravou. Não gostamos do resultado – e olha que nosso discernimento é meio vesgo dadas as coisas que aprovamos -… umas guitarrinhas meio bregas lá pelo meio. Não sei, mas acho que vou tentar gravar de novo… e por isso venho, por meio desta, pedir perdão a quem interessar fossa.
letra:
De Passagem
Quando tu, só de passagem
Deseduco a atenção
Digo que o cheiro é do olho
O toque é do sonho
E a voz é da mão
Priorizo a insuficiência do ângulo
Fico disposto pra arredores
Troco o ponto de vista
Por reticências astigmáticas
Emprego línguas asmáticas
A babar sonhos vencidos
Nas margens púbicas de um clitóris
Pois é sempre nesse espanto
Quando tu, só de passagem
Encosto o peito no tento
O nariz no vento
E me escorrega a paisagem
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: carroça, letra, música, samba
Aquelas notinhas no sopro que parecem meio sem-querer… aquela bateria difusa que sempre quase começa, e nesse só quase é que se basta… o piano de várias uma nota só…
Aquilo ali talvez seja a melhor coisa de trinta segundos que se pode experimentar, depois de certas coisas que acontecem quando a puberdade.
Todo mundo deveria escutar esse coltrane pelo menos uma vez na vida, pelo menos essa introdução de trinta segundos. Se gostar, continue pelos demais sete minutos da canção. Se gostar, pegue o disco inteiro que sai barato (aliás, esse post veio de uma cópia desse CD que vi lá nas prateleiras da Bemol da Ponta Negra, a 18,90R$).
Pra pegar gosto, aqui vai o que estou falando:
“Acknowledgement”, primeiro ato do disco “A Love Supreme”, do Coltrane.
Categorias: Uncategorized
Etiquetado: coltrane, música, puberdade